Pedro Borges, co-fundador da CriptoLoja: “Moedas digitais estão a gerar uma revolução. Vai haver muita procura por ativos virtuais”

geral • 1 de julho de 2021

Em entrevista ao Dinheiro Vivo, Pedro Borges, co-fundador da CriptoLoja, uma das primeiras corretoras de criptomoedas licenciadas em Portugal, fala-nos da sua empresa, ambições e expetativas e espera que a empresa possa fazer meio milhão de transações por mês.


O que é que a CriptoLoja faz ao certo? Quais os serviços que presta?

A partir de 1 de setembro de 2020, qualquer entidade que queira intermediar uma compra de criptomoedas por venda de euros tem de estar registada junto do Banco de Portugal. Se tenho euros e quero comprar criptomoedas ou se tenho criptomoedas e quero transformar em euros – moeda fiat – estamos perante uma atividade que passou a estar regulada em Portugal. Significa que só se pode fazer esta transação através de uma entidade que esteja registada no Banco de Portugal.

A preocupação do Banco de Portugal é que havia uma enorme suspeita e associava-se este setor ao branqueamento de capitais. O Banco de Portugal exige que as entidades que estão registadas tenham procedimentos sólidos de prevenção do branqueamento de capitais sólidos, de acordo com os parâmetros de exigência do Banco de Portugal.

O que nós podemos fazer é uma mera corretagem, em que quem quer adquirir ativos virtuais pode fazê-lo connosco, quem quer vender ativos virtuais para transformar em euros, pode fazê-lo connosco. Somos uma corretora de criptomoeda que o pode fazer de forma legal.


Porquê o interesse em avançarem para esta área de atividade?

Em Portugal as criptomoedas são ainda um tema embrionário. Os ativos virtuais, como o bitcoin, o ethereum etc., toda a moeda digital, é uma área que está a gerar uma revolução tal e vai gerar muita procura por estes ativos virtuais. Por duas razões. Primeiro, porque são ativos que têm muito mais segurança do que um depósito num banco, do ponto de vista digital. Se tiverem todos os cuidados, é um ativo muito mais seguro porque os ativos estão dispersos pela internet. Portanto, a pessoa procura segurança. E os ativos virtuais, ao contrário das moedas dos bancos centrais, a maior parte delas tem emissões limitadas. Um dos grandes temas que se coloca nas moedas que nós usamos, e que são oferecidas pelos bancos centrais em regime de monopólio, é que a emissão de massa monetária é ilimitada e é decidida, não digo politicamente, mas de acordo com as necessidades do momento.

Um exemplo: o governo português está com enormes défices e uma forma de pagar esses défices é emitir obrigações, que depois são adquiridas pelo banco central. De que forma? Através da emissão de massa monetária. O que acontece nos ativos virtuais? O património do cliente é protegido porque há uma emissão limitada dessas moedas. No caso do bitcoin são 20 milhões. Isto é uma parte.

O tema da segurança e de constituir um ativo ou uma moeda alternativa. A outra parte é a revolução que está a acontecer. Vai haver uma grande procura por um ativo muito especial que se chama stablecoins e que está a permitir que essas moedas sejam utilizadas para banca tradicional. Por exemplo, os bancos comerciais dominaram o mercado com depósitos e empréstimos. Era esse o negócio dos banqueiros. Ir recolher à população depósitos a 3% e a 4% e depois iam buscar oportunidades de fazer créditos a empresários ou a particulares a taxas mais altas, de 10%, 15%. O banqueiro ganhava nesta margem.

Esse mercado, pelos enormes défices dos governos, os bancos centrais foram obrigados a estar sistematicamente a reduzir os juros e praticamente eliminaram o negócio livre dos depósitos e empréstimos, que era o mercado que a banca tinha tradicionalmente. Hoje em dia, com o aparecimento das stablecoins, está a haver iniciativas de alternativa à banca tradicional onde a pessoa pode fazer aplicações. Não é o caso da Criptoloja, nós não estamos nesse negócio, mas existem muitas aplicações que só são possíveis através destas moedas stablecoins, estes tokens. Permitem fazer depósitos, empréstimos e várias outras atividades na internet através de stablecoins.


A disponibilização de stablecoins é então um dos serviços que vão disponibilizar aos vossos clientes?

Exatamente. Só para mencionar as mais conhecidas: theter e USD coin, da Coinbase (uma bolsa de criptomoedas). Se os clientes quiserem comprar essas stablecoins através da Criptoloja, podem fazê-lo. O cliente fica com esses tokens numa carteira individual dele.


Qual é a vossa expectativa em termos de mercado português de procura para esse tipo de serviços que estão a disponibilizar?

Neste momento, é uma incógnita para nós. O que achamos é que pode haver mercado para, num mês corrente, estar a falar de meio milhão de transações na CriptoLoja.


Já têm tido contactos de clientes? A vossa licença é muito recente, acabou de ser atribuída. O Banco de Portugal levou nove meses a atribuir as primeiras duas licenças.

Temos já um site e pelo facto de ter sido noticiado que éramos uma das entidades que estava licenciada, chegaram ao nosso site vários pedidos de esclarecimento e até propostas para compras ou vendas. Ainda não fizemos nenhuma transação, estamos a ultimar os últimos detalhes. Mas tem chegado imenso tráfego ao nosso site.


Como ganham dinheiro com esse negócio. Qual é o vosso modelo de negócio?

Há a pura comissão sobre a transação, na compra e na venda. Depois fazem assessoria à segurança, em que podemos vender o que chamamos ledger. Nós não aconselhamos as pessoas a terem carteiras que estão na internet. Vendemos uma pen. E é muito mais seguro para o cliente.


Que tipo de estrutura pretendem ter? Exigiu um grande investimento montar a vossa empresa?

Estamos neste momento a levantar mais capital, vamos ter de por mais capital na empresa. A seis, sete meses queremos ter uma plataforma, parecida com as plataformas internacionais, em que proporcionamos ao cliente a possibilidade de fazer tudo online, desde a abertura de conta a ele próprio autonomamente poder fazer a compra e a venda.


Quantas pessoas irão empregar?

No modelo de plataforma estamos a falar entre 15 a 20 pessoas.


Como descrevem o processo de registo junto do Banco de Portugal?

O que podemos dizer sobre isso é que tivemos toda a disponibilidade para responder às questões do Banco de Portugal, qualquer pedido de clarificação que foi feito nós respondemos o mais rápido possível. E limitámo-nos a aguardar.


Este processo de registo é acessível a qualquer empresa que queira operar nesta área em Portugal ou é por si só uma possível barreira à entrada de empresas nesta área?

Do nosso ponto de vista, o esforço que tivemos de fazer foi elevado. Não é fácil. E ajudou a termos sócios com experiência no setor financeiro, o que ajudou a preparar todos os documentos que o Banco de Portugal exige.


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Um relatório da revista de life style “International Living” elaborou a lista das melhores cidades para se viver depois da reforma e classificou as cidades europeias. Bragança e Covilhã surgem como as melhores cidades da Europa para se viver após a reforma.
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