Investimentos em falsas plataformas: PJ tem 3 mil inquéritos abertos
Queixas de burla e extravios multiplicam-se e ultrapassam os 25 milhões de euros, diz o semanário Expresso
Queixas de burla e extravios multiplicam-se e ultrapassam os 25 milhões de euros, diz o semanário Expresso, citando dados da Associação Portuguesa de Blockchain e Criptomoedas.
As falsas plataformas de investimento proliferam em Portugal e na Europa. Algumas empresas começam a apostar em serviços especializados no rastreio dos montantes desviados. Polícia Judiciária, Ministério Público e Eurojust acompanham um crime complexo que, desde 2022, já levou à abertura de 3 mil inquéritos.
De acordo com a lei, as empresas que têm sede ou delegações em Portugal para operar com ativos virtuais têm de se registar no Banco de Portugal para obter uma licença.
Mas esta obrigatoriedade não impede que empresas com sede noutros países da União Europeia operem em Portugal.


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